O projeto parte de um diagnóstico difícil de contestar: homens são maioria entre as vítimas de suicídio no Brasil e, ao mesmo tempo, minoria entre quem procura atendimento em saúde mental. Há, no meio do caminho, uma combinação de cultura, vergonha e silêncio. A solução criada pelo vereador aposta em três frentes.
A primeira é a capacitação de profissionais da rede pública para reconhecer sinais de sofrimento emocional que, no público masculino, costumam aparecer disfarçados — irritabilidade, isolamento, uso de álcool.
A segunda é a criação de rodas de conversa com sigilo ético, espaços onde o homem possa falar sem o medo histórico de “parecer fraco”.
A terceira, talvez a mais interessante, é a descentralização: em vez de esperar o paciente chegar ao posto de saúde, leva-se a prevenção até onde ele já está — canteiros de obras, indústrias, quartéis, clubes esportivos.

Madrugada termina com facas ensanguentadas em Joinville
Polícia Militar foi acionada às 2h49 desta quinta-feira (18) após moradores do Jardim Paraíso ouvirem pedidos de socorro. Quando chegou, encontrou apenas a vítima já sem vida — e duas facas de mesa com vestígios de sangue.





